São R$ 62 bilhões que sairão do bolso do consumidor

BRASÍLIA  –  A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) o cálculo das indenizações das transmissoras que renovaram antecipadamente as concessões em 2013.

A agência estimou que precisará ser cobrado dos consumidores, via tarifa de energia, o montante de R$ 62,2 bilhões, ao longo de oito anos (até 2024). Somente neste ano, as contas de luz deverão cobrir o rombo de R$ 10,8 bilhões. O impacto médio sobre as tarifas dos consumidores é de alta de 7,17% em 2017. A depender da distribuidora, o efeito de altas nas contas de luz poderá variar de 1,13% a 11,45% este ano.

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, considera que parte desse aumento pode ser neutralizada pelas sobras de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Em entrevista a jornalistas, ele explicou que o efeito de alta das tarifas deverá ser amenizado também com a queda natural de receita das transmissoras, em razão do processo de depreciação dos ativos da concessão.

Em outubro do ano passado, a Aneel havia indicado que o valor das indenizações poderia ser ainda maior, da ordem de R$ 65 bilhões.

Ele disse que esse volume caiu quando os técnicos da agência consideraram os aprimoramentos de cálculos propostos no processo de audiência pública.
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